Oposição rejeita possível acordo com Alcolumbre por indulto a Bolsonaro e prioriza redução de penas

Senadores da direita desconfiam da proposta do presidente do Senado e articulam candidaturas próprias para disputar o comando da Casa em 2027.
A oposição no Senado não demonstra disposição para apoiar a reeleição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), mesmo diante da possibilidade de o parlamentar articular um indulto ou anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A maioria dos oposicionistas considera insuficiente a iniciativa e cobra o cumprimento de compromissos anteriores, especialmente a redução das penas dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro.
Atualmente, a direita trabalha com dois nomes para disputar a presidência do Senado: Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS). Entre as principais pautas do grupo está a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
O deputado Carlos Jordy (PL-RJ), eleito senador, afirmou que a discussão envolve questões mais amplas do que a situação jurídica de Bolsonaro. Já o senador Jorge Seif (PL-SC) descartou apoiar Alcolumbre em troca da proposta de perdão, alegando que o compromisso já havia sido discutido anteriormente.
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