Aglomerações em campanha são de responsabilidade do candidato, avalia Rui

As aglomerações causadas por atos de campanha eleitoral têm sido objeto de atenção por parte de órgãos de fiscalização.

O governador Rui Costa afirmou que é difícil os candidatos se livrarem da responsabilidade de aglomerações em atos de campanha, já que é possível perceber quando há mais de cem pessoas reunidas atrás de um carro de som, por exemplo. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (23), durante entrega de encosta no bairro do IAPI, em Salvador, o petista sugeriu que, nesses casos, o candidato tome atitude de suspender o evento para não promover contaminação por coronavírus.

“Você bota um carro de som, leva 2 mil, 3 mil pessoas, com distribuição de bebida, todo mundo sem máscara, você está promovendo contaminação das pessoas, colocando as pessoas em risco. Não dá simplesmente para o candidato dizer ‘Ah, não foi eu que fiz’. Se ele está participando da caminhada, tá vendo que não tem 100 pessoas… você sabe quando tem mais ou menos 100 e quando tem quase 3 mil pessoas(…) Ele (o candidato) pode tomar uma atitude”, destacou o governador.

As aglomerações causadas por atos de campanha eleitoral têm sido objeto de atenção por parte de órgãos de fiscalização, como o Ministério Público. Na terça-feira (22), o órgão recomendou que a prefeitura de Eunápolis oriente a equipe de fiscalização a conduzir à delegacia os pré-candidatos que descumprirem os protocolos de segurança sanitária estabelecidos nos decretos municipais e estaduais. Entre eles, o distanciamento social e o uso de máscara.

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