Zelensky faz novo apelo a Trump: “Rússia leva força dos EUA a sério”

Durante discurso, Volodymyr Zelensky diz que a segurança da Ucrânia depende dos EUA e denuncia ataque “massivo e cínico” russo.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, fez um novo apelo aos Estados Unidos nesta terça-feira (25/11) ao afirmar que a segurança real da Ucrânia depende diretamente de Washington. Ao comentar o texto do acordo de paz, ele declarou que “muito depende dos Estados Unidos, porque é a força americana que a Rússia leva mais a sério”.

“Conto com a continuidade da cooperação ativa com o lado americano e com o presidente Trump. Muito depende dos Estados Unidos, porque é a força americana que a Rússia leva mais a sério”, declarou.

Zelensky ainda denunciou o ataque descrito por ele como “massivo e particularmente cínico” que a Rússia realizou durante esta madrugada. No pronunciamento, o ucraniano afirmou que passou as últimas horas recebendo relatórios das Forças Armadas e das regiões atingidas e classificou a ofensiva como mais uma prova de que “Moscou mantém a guerra como sua prioridade absoluta”.

Segundo o líder da Ucrânia, a defesa aérea ucraniana interceptou mísseis de cruzeiro, mísseis balísticos, um míssil aerobalístico e mais de 400 drones de ataque desde a noite passada.

Planos divergentes

Em paralelo, Trump diz que só se reunirá com Zelensky e Putin com acordo fechado

Mais cedo, Donald Trump, afirmou que só participará de uma reunião com Zelensky e Vladimir Putin quando o acordo de paz estiver “definitivo ou em seus estágios finais”.

Ele disse que sua equipe fez “progressos extraordinários” e que restam apenas alguns pontos de divergência no plano elaborado pelos EUA e revisado por Moscou e Kiev.

Trump também informou ter instruído o enviado especial Steve Witkoff a se reunir com Putin em Moscou, enquanto o secretário do Exército, Dan Driscoll, participa de conversas com diplomatas ucranianos. O republicano acompanhará os avanços ao lado do vice-presidente JD Vance, de Marco Rubio, do secretário da Guerra Pete Hegseth e da chefe de gabinete Susie Wiles.

A Casa Branca afirmou nesta terça-feira que, embora haja avanços, ainda existem questões sensíveis a serem resolvidas entre Ucrânia, Rússia e EUA antes da consolidação de um acordo. Segundo a porta-voz Karoline Leavitt, os pontos pendentes “não são intransponíveis”, mas exigem novas conversas.

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