Prefeitos baianos sugerem TAC que estabelece teto de R$ 700 mil para contratação de shows no São João

Segundo o presidente da UPB, a ideia é estabelecer parâmetros públicos de comparação para cachês pagos a artistas, bandas e grupos culturais contratados pelas prefeituras, definindo um teto de R$ 700 mil para shows.

A alta no cachê das bandas contratadas pelas prefeituras para se apresentar nos festejos juninos volta a ser tema de discussão entre prefeitos baianos em novo encontro realizado na tarde desta quarta-feira (04/02) na sede da União dos Municípios da Bahia – UPB, presidido pelo prefeito Wilson Cardoso, prefeito de Andaraí, ladeado pelos prefeitos de Jequié, Zé Cocá, e de Santo Antônio de Jesus, Genivaldo Deolino, que representam duas cidades que fazem relevantes festas juninas no interior baiano.

Conforme informações que chegam à redação do BMF, a entidade representativa vai sugerir a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre as prefeituras, Ministério Público da Bahia (TCM) e Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), com o objetivo de assegurar o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos relacionados a realização das festas. Segundo o presidente da UPB, a ideia é estabelecer parâmetros públicos de comparação para cachês pagos a artistas, bandas e grupos culturais contratados pelas prefeituras, definindo um teto de R$ 700 mil para shows. ”Acima de R$ 700 mil com certeza eles não terão contrato por que, isso aí vai ter um TAC com o Ministério Público, assinado também pelo TCE, TCM e não pode ultrapassar esse valor, mesmo que a população ponha uma pressão em cima do prefeito”, disse Wilson, afirmando que a ideia também resultará na valorização dos forrozeiros.

Participe na produção de pautas e matérias com sugestões e flagrantes enviando em nosso WhatsApp no 075999580723.

Siga o Recôncavo no Ar nas redes sociais e fique por dentro de todas as informações e transmissões ao vivo na nossa página oficial.

Facebook e Instagram

Sair da versão mobile