“O vôlei brasileiro não é mais o mesmo, não temos renovação”, rebate Sheilla a fãs

Seguidores a questionaram sobre o fato de times brasileiros não terem chegado sequer às semifinais. Dois times italianos e dois turcos brigaram pelo título, ganho pelo Conegliano, da MVP Egonu, 20 anos

Após ajudar o Minas a conquistar o quinto lugar no Mundial de Clubes – com a vitória sobre o Praia Clube, na madrugada deste domingo – a oposto Sheilla afirmou que o vôlei feminino do Brasil carece de renovação de talentos. A jogadora publicou uma foto e um texto numa rede social destacando o crescimento do Minas no Mundial, foi questionada por seguidores e justificou por que acredita que faltam talentos surgindo nas quadras brasileiras.

– Terminamos com vitória importante o mundial. Pra gente foi um treino de muito luxo, com as melhores equipes do mundo! E foi confirmado o que todos sabiam, caímos na chave mais forte, de onde saíram os dois finalistas! Saio feliz pelo crescimento do nosso time! – escreveu Sheilla.

Ao que recebeu questionamentos, na rede social, principalmente sobre o surgimento de novos nomes nas quadras brasileiras. Sheilla citou duas estrangeiras que se destacam: a italiana Egonu, melhor do jogadora do Mundial, campeã com o Conegliano, tem 20 anos e a sérvia Boskovic, vice com o Eczacibasi, tem 22 anos – e foi campeã mundial de seleções, ano passado.

– O vôlei brasileiro não é mais o mesmo, não temos renovação! – respondeu Sheilla a um seguidor, continuando. – Trabalhamos com realidade! Só que tem pessoas que não sabem ouvir realidades! Parâmetro é a Superliga? Se for tadinha da seleção, das atletas que buscam inspirações. Eu sempre almejei o melhor, pra mim, pro meu time, pra seleção. Comparar com mediano jamais!

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GE/ Foto: Orlando Bento