Deputado Robinson Almeida cobra Bolsonaro sobre petróleo no litoral nordestino: “inércia é proposital?”

Em Salvador, nesta quinta-feira (17), o óleo atingiu 12 praias, inclusive a do Farol da Barra, sendo retirada mais de 22 toneladas do produto do litoral soteropolitano.

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) usou o Twitter para criticar o governo federal por não tomar nenhuma medida efetiva que evitasse a chegada de petróleo cru nas praias do litoral nordestino. Em Salvador, nesta quinta-feira (17), o óleo atingiu 12 praias, inclusive a do Farol da Barra, sendo retirada mais de 22 toneladas do produto do litoral soteropolitano. Desde setembro que toneladas de petróleo chegam ao litoral do nordeste, afetando praias de diversas cidades e causando forte impacto ambiental no ecossistema marinho. O parlamentar petista lembra que a costa e as praias brasileiras são áreas de domínio e responsabilidade da União e questiona se a “inércia” do governo seria “proposital” pelo fato de Bolsonaro ter perdido as eleições no Nordeste.  Até o momento os responsáveis pelo vazamento do produto não foram identificados.

“É um absurdo que o governo federal não tenha tomado, nem apresentado, nenhuma medida efetiva para evitar que o óleo cru, de petróleo, chegue às praias do nosso litoral. Essa inércia seria proposital porque o Nordeste rejeitou Bolsonaro nas eleições?”, indaga Robinson. “Outra questão é que até hoje o governo federal não identificou o responsável por esse crime ambiental de grandes proporções, que ocorre desde setembro, no Nordeste, e causa prejuízos imensuráveis ao nosso ecossistema marinho e também à economia dos municípios afetados. É preciso que haja uma resposta rápida para que os responsáveis sejam indiciados criminalmente o mais breve possível. E que o desgoverno deixe de inércia (proposital?) e atue para ajudar estados e municípios que tem enfrentado essa calamidade sozinhos em áreas que são de domínio da União”, reclamou o parlamentar, na sequência de tweets no microblog.

ASCOM