Cerca de 1.500 pessoas ficam sem atendimento oftalmológico em Amargosa após prefeitura proibir equipe de atender

Coordenação, pacientes, oposição e principal apoiador do projeto na cidade alegam perseguição política.

Cerca de 1,500 pacientes que passariam por exames oftalmológicos através de uma ação do Instituto da Visão em Amargosa com parceria do vereador Ramon de Madeira voltaram para as suas casas sem realizar os procedimentos após a ação ser embargada pela prefeitura alegando falta de documentação exigida.

A organização da ação alega perseguição política, visto que a mesma teve o apoio do vereador de oposição, Ramon de Madeira, onde o mesmo alega que em outras edições a mesma documentação entregue atualmente foram requeridas.

A triagem para a realização dos procedimentos chegou a ser realizada nesta quarta-feira (25), mas no início da manhã, a Guarda Civil e a Polícia Militar estiveram no local para informar a ordem de proibição na continuidade dos atendimento o que gerou revolta popular.

A carreta saiu do local, e de acordo com a coordenação através de uma entrevista ao portal de notícias Recôncavo no Ar, ações judiciais serão impetradas para a realização dos atendimentos em outra data a ser agendada.

O vereador Ramon de Madeira, Bia Cintra, principal líder da oposição e alguns pacientes que seriam beneficiados com os atendimentos falaram sobre o ocorrido alegando questões políticas partidárias, e abordaram que somente os amargosenses serão prejudicados e o ocorrido gerou grande repercussão na cidade.

O espaço está para que a gestão municipal se pronuncie sobre a proibição nos atendimentos.

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