
Inicialmente houve suspeita de estupro de vulnerável, sendo descartado horas depois após perícia do Departamento de Polícia Técnica.
Um casal residente na cidade de Gandu mergulhou em um pesadelo visceral nos últimos dias, após serem tragados por uma suspeita devastadora de abuso sexual contra a filha de apenas 1 ano e 7 meses. A suspeita, culminou na prisão temporária dos pais, catalisada por um laudo inicial precipitado.
A criança foi levada à unidade hospitalar na manhã do domingo (11), apresentando um quadro alarmante de sangramento na região genital. O profissional que a atendeu, suspeitou de crime, e acionou a autoridade policial para investigação. Diante do agravamento do estado clínico da menina, ela foi entubada às pressas e transferida em estado crítico para o Hospital da Criança, em Feira de Santana.
Contudo, ao chegar ao centro especializado, exames mais minuciosos dissiparam por completo a suspeita de violência sexual. O sangramento, teve origem não traumática, mas sim patológica, atribuída a um severo quadro de dengue hemorrágica em estágio avançado, que rapidamente evoluiu para múltiplas complicações sistêmicas. Apesar da luta incansável das equipes médicas, a pequena não resistiu e faleceu.
O atestado de óbito, assinado pelo médico Dr. Bernardo Mendoza, revelou como causas determinantes da morte: Coagulação Intravascular Disseminada (CID), Sepse, Adenite Mesentérica e Anemia Aguda — um coquetel letal que pôs fim à vida frágil da criança e mergulhou os pais em uma dor dupla: a da perda e a da injustiça.
As informação foi apurada pelo Diário Paralelo, texto editado pelo Mídia Bahia.
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